Eu já! E é fantástico, pois apenas assim percebemos o quanto somos falhos principalmente na tarefa do autoconhecimento.
Pois é! Quem disse que é fácil se entender, se conhecer e procurar ressignificar o que for necessário?!...
Dizem que mudei muito, e considero isso uma evolução, pois é fácil achar que sabe dar conselhos aos outros, quando na verdade, somos nós que estamos precisando.
Eu acho que fui colhida ainda verde do pé. E amadurecer, caros amigos, é algo dolorido, embora seja fantástico, pois descobrimos coisas sobre nós mesmos que nem imaginávamos. Uma das coisas que descobri sobre mim é que eu reproduzia tudo aquilo que eu criticava em meus pais. Pois é! Nossos pais não tem a obrigação de ser perfeitos, e nem tudo precisamos reproduzir!
Não falo apenas de nossos pais, mas de muitos outros exemplos que passamos a reproduzir nos tornando fãs de pessoas que sequer conhecemos ...
E as resistências???... Estas são nossas inimigas, nossos algozes. São as resistências que nos fazem persistir nos “erros”. E o mais difícil é percebermos e mudarmos quando somos resistentes a mudanças.
Eu já aprendi a duras penas que preciso me amar, por exemplo, mas parece que não fui treinada para isto, e me pego muitas vezes brigando comigo mesma, numa relação de crueldade e desprezo.
Que tal se eu tivesse mais compaixão comigo mesma, perdoasse mais os meus erros e me desse a oportunidade de mudar sem ter que me machucar tanto? Seria muito bom, não é?!
Estou lendo Você pode curar sua vida, de Louise L. Hay, e ela fala de resistências. Adivinha onde eu parei de ler exatamente? Nessa parte da resistência...
E quanto a se boicotar... Ah! Quantas vezes já me peguei procurando por a perder tudo aquilo que eu estava conquistando! Parece louco, talvez seja, mas quem nunca? O que amedronta é que se somos capazes de proporcionar nosso próprio mal, se não cuidarmos acabaremos por contribuir com o mal de nosso próximo.
Se me perguntar hoje qual o meu maior desejo responderei, que é alcançar o equilíbrio emocional ou um pouco da sabedoria divina, para trilhar meus caminhos de forma mais moderada, para não julgar, para não deixar o ódio tomar meu coração.
Estou estarrecida com o tanto de ódio que vem sendo apregoado. Cheguei a pensar que essa pandemia de Covid 19 pudesse ser uma oportunidade para nos tornarmos alguém melhor, mas parece que para a maioria isso não funcionou.
Enfim, continuo aqui na busca incessante pela evolução, e creio que somos capazes de tornar este mundo menos obscuro, menos desumano e menos egoísta.
Beijos de luz.
Maracy
SP 19/06/2020
Pois é! Quem disse que é fácil se entender, se conhecer e procurar ressignificar o que for necessário?!...
Dizem que mudei muito, e considero isso uma evolução, pois é fácil achar que sabe dar conselhos aos outros, quando na verdade, somos nós que estamos precisando.
Eu acho que fui colhida ainda verde do pé. E amadurecer, caros amigos, é algo dolorido, embora seja fantástico, pois descobrimos coisas sobre nós mesmos que nem imaginávamos. Uma das coisas que descobri sobre mim é que eu reproduzia tudo aquilo que eu criticava em meus pais. Pois é! Nossos pais não tem a obrigação de ser perfeitos, e nem tudo precisamos reproduzir!
Não falo apenas de nossos pais, mas de muitos outros exemplos que passamos a reproduzir nos tornando fãs de pessoas que sequer conhecemos ...
E as resistências???... Estas são nossas inimigas, nossos algozes. São as resistências que nos fazem persistir nos “erros”. E o mais difícil é percebermos e mudarmos quando somos resistentes a mudanças.
Eu já aprendi a duras penas que preciso me amar, por exemplo, mas parece que não fui treinada para isto, e me pego muitas vezes brigando comigo mesma, numa relação de crueldade e desprezo.
Que tal se eu tivesse mais compaixão comigo mesma, perdoasse mais os meus erros e me desse a oportunidade de mudar sem ter que me machucar tanto? Seria muito bom, não é?!
Estou lendo Você pode curar sua vida, de Louise L. Hay, e ela fala de resistências. Adivinha onde eu parei de ler exatamente? Nessa parte da resistência...
E quanto a se boicotar... Ah! Quantas vezes já me peguei procurando por a perder tudo aquilo que eu estava conquistando! Parece louco, talvez seja, mas quem nunca? O que amedronta é que se somos capazes de proporcionar nosso próprio mal, se não cuidarmos acabaremos por contribuir com o mal de nosso próximo.
Se me perguntar hoje qual o meu maior desejo responderei, que é alcançar o equilíbrio emocional ou um pouco da sabedoria divina, para trilhar meus caminhos de forma mais moderada, para não julgar, para não deixar o ódio tomar meu coração.
Estou estarrecida com o tanto de ódio que vem sendo apregoado. Cheguei a pensar que essa pandemia de Covid 19 pudesse ser uma oportunidade para nos tornarmos alguém melhor, mas parece que para a maioria isso não funcionou.
Enfim, continuo aqui na busca incessante pela evolução, e creio que somos capazes de tornar este mundo menos obscuro, menos desumano e menos egoísta.
Beijos de luz.
Maracy
SP 19/06/2020

